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QUATRO PROJETOS GIRL POWER PARA ACOMPANHARES ESTE ANO

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Feminismo é um conjunto de movimentos com um único objetivo:  a igualdade de géneros, não é, nem está perto do conceito criado pela sociedade de colocar a mulher numa posição superior ao homem. O feminismo defende os direitos das mulheres e os seus interesses.

 

Através das lutas feministas conseguimos o direito ao voto, proteção contra a violência doméstica, direito ao aborto, direitos trabalhistas, licença de maternidade entre outros. Conseguem entender a importância? Infelizmente ainda precisamos de lutar contra várias discrepâncias como as diferenças nos salários, oportunidades profissionais e tratamento com base na igualdade de géneros.

 

Ao longo dos anos nasceram diversos projetos na blogoesfera de forma a divulgar o que é feito pelas mulheres em várias áreas. São projetos ligados ao cinema, música, clubes de leitura e literatura com o mesmo objetivo: empoderamento feminista.

 

Venho partilhar convosco quatro projetos para acompanharem este ano.

 

Clarices e Marias

Projeto jornalístico, cultural e literário. Pretende falar sobre mulheres famosas e desconhecidas. Foi criado por uma mulher que acredita que espaços como este são necessários e urgentes. Acompanhe em www.claricesemarias.com

 

Projeto Elas Por Elas

É um projeto literário colaborativo que deseja dar voz e visibilidade às mulheres. A autora Tamires Arsénio pretende aliar literatura, representatividade e empoderamento. Acompanha aqui: www.projetoelasporelas.com

 

Nós Madalenas

É um projeto fotográfico com 100 retratos em preto e branco com o intuito de promover a beleza reais e quebrar estereótipos implementados pela sociedade. As fotos estão no blog nosmadalenas.tumblr.com

 

Mais Mulheres Por Favor

A Alexandra promove com este projeto a literatura escrita por mulheres. Também enaltece a música, cinema e arte no geral criada por mulheres. Nasceu inspirado em dois livros ligados à temática do feminismo. No blog www.maismulheresporfavor.blogs.sapo.pt

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O HOMEM DO GIZ | C.J. TUDOR

 

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Aplausos para esta capa com destaque para a lombada espetacular. O olho brilhou quando recebi o grande lançamento da Planeta. O título está por todo o lado com uma espécie de “obrigatório” para os fãs do género thriller. Digamos que o título também é bastante sugestivo e a sinopse promete. Quem nunca jogou ao “enforcado”? Tantas vezes.

 

Bem, a história. Não vou relevar quase nada. Prometo.

 

Um grupo de miúdos numa aldeia, (lembrei-me logo do filme A Coisa inspirado no romance do Stephen King, segundo a autora é a sua inspiração) a vida corre normalmente até ao dia em que acontece um grave acidente. Paramos por aqui? Deixem-me adiantar que o livro começa com a descoberta de uma cabeça de uma rapariga. Exatamente. Uma cabeça.

 

A história passa-se entre o presente (2016) e o passado (1986) pela voz do Eddie. A autora sabe diferenciar muito bem as diferentes épocas através de diversos elementos, portanto foi muito fácil situar-me. Ao contrário do que normalmente acontece, nunca me confundi e consegui entrar na história de imediato. O ritmo é perfeito para um thriller, começou lentamente, mas ganha alguma velocidade conforme avançamos. As personagens começam a fazer parte da nossa vida, queremos de facto saber o que aconteceu. Para além existem outras histórias, como é o caso da profissão pouco conservadora da mãe do Eddie ou a doença do pai dele. Há situações de ataques entre adolescentes com cenas muito fortes com referência ao livro “O Deus das Moscas”. A escritora influenciou-se nos melhores.

 

O enredo conta com várias reviravoltas e surpreende como romance de estreia da inglesa C.J.Tudor. A escrita é madura, envolvente e rica. É o melhor do livro, assim como as personagens diversificadas e intrigantes. Tenho de ressaltar negativamente alguns episódios sem o facto surpresa, algumas conversas que não acrescentam nada à história. Apesar do final me ter surpreendido não gostei das motivações dadas para o crime central. Quando lerem o livro contem-me se sentiram o mesmo. 

 

É uma leitura viciante. Lido em dois dias. Só posso recomendar. Dia 16 nas livrarias em todo o país. 

 

NÃO COMPRO MAIS

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O meu lado consumista diminuiu drasticamente depois de estar um ano sem fazer compras. Ter a minha família, casa e carro contribuíram bastante. Tive de fazer escolhas. Primeiro foram estes os motivos. Depois acabei por sentir-me afectada pelo consumismo da sociedade exposto em todas as redes sociais e encontei um lado b confortável e equilibrado. Uma forma de salvaguardar os meus e o futuro deles. Assim como o planeta. Comecei a ficar preocupada verdadeiramente e aberta para encontrar explorar essas questões. Comecei por ver documentários, procurar muita informação. E foi apenas a ponta do icebergue. Verdade seja dita, há um mundo inteiro para explorar. Há infindáveis respostas para atenuar a exploração dos meios ambientais e humanos. Com a minha caminhada passei a valorizar outras coisas e parei de comprar algumas coisas. É exactamente isso que venho mostrar, o que parei de comprar. 

 

 

- Jornais,revistas e afins

Era viciada em revistas de moda. VICIADA. comprava tudo. a senhora da papelaria já me conhecia e tudo. Depois desfolhava por alto e acabavam acumuladas numa enorme pilha ao canto do quarto. Em dias de limpezas iam para o lixo. Agora aproveito os blog e o youtube para me colocar a par das novidades e tendências. 

 

- Óculos de sol

Não compro mais. tenho o mesmo par de óculos há bastante tempo e está tudo bem. 

 

-Relógios

Vejo sempre as horas no telemóvel mesmo com o relógio no pulso. não preciso. e sinceramente detesto ter os pulsos cheios de acessórios, não me dá jeito nenhum quando estou no escritório em frente ao computador. 

 

-Capas para telemóvel 

Antes tinha uma para cada dia da semana. qual era a necessidade? deixei-me disso. agora nem sequer uso, adoro o meu telemóvel simples e despido de cor. 

 

- Acessóriosde moda

Nunca mais comprei uma carteira na vida. Uso uma bolsa antiga perfeitamente em condições há uma série de anos de uma marca desaparecida em Portugal. Lembram-se da Naf Naf?

 

-Canecas e copos de bebidas

Não preciso de mil. Chegam muito bem uma quantidade pequena. 

 

- Vernizes

Pois é, deixei de pintar as unhas. só as arranjo. tinha de andar sempre a retocar. quando quero uma cor pinto num tom nude. não ligo nada a essas coisas e passei a não gostar de me ver com unhas coloridas e tal. 

 

E vocês? Há alguma coisa que tenham deixado de comprar ao longo do tempo?

OS CEM MELHORES POEMAS PORTUGUESES DOS ÚLTIMOS CEM ANOS | ORGANIZADO POR JOSÉ MÁRIO SILVA

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Quero mais poesia na minha vida. Mais paz na alma, mais aconchego no coração. Quero ser desarmada e atingida com força pelas palavras. Quero que mexam e remexam as minhas emoções à flor da pele. Quero um nó tão grande na garganta que me faça gritar as mágoas. Nada melhor do que começar este ano com poesia lusófona para atrair qualidade nos trabalhosos 365 dias de 2018.

 

Esta seleção de poemas foi feita pelo José Mário Silva. Ele é critico literário no Expresso (o meu preferido, leio tudo, adoro). Esta obra é um convite a todos os leitores e não leitores de poesia. Uma porta de entrada para os que não costumam ler poesia. Uma homenagem a grandes poetas e poetisas. Acredito que muitos ficaram de fora. Mas para quem conhece pouco, como eu, será um prato cheio. 

 

O livro está dividido pela seguinte ordem: Breves Notas; Retratos; Relatos, Desacatos; Hiatos e Autores por Ordem Cronológica. O livro apesar do fraco papel usado, tem uma capa resistente e bonita. Fiquei apaixonada por vários poemas e cheia de vontade embarcar nesta viagem desconhecida da poesia. Alguns conhecia da escola, dos cadernos, por aí. Outros nomes nem por isso e foi uma surpresa encontrar novos nomes para acrescentar na minha lista de "preciso de ler". Acreditem, foi difícil escolher o poema preferido. 

 

Realço os seguintes nomes, Ruy Belo; Almada Negreiros; Maria Teresa Horta; Rui Costa; Rui Lage; Hélia Correia, Nuno Júdice; Herberto Hérder; Joaquim Cardoso Dias; Golgona Anghel; António Maria Lisboa; Mário Dionísio; Adília Lopes; Daniel Jonas; Ana Hatherly; Fernando Pessoa e os seus heterónimos. 

 

Gosto de poemas sobre o obscuro, a dor, a solidão. Gosto de poemas sobre as pessoas e o mundo. Gosto das palavras arrancadas da alma, da pele e de todo o sofrimento capaz de estar nas palavras. Gosto de não entender e reler e voltar a não entender. Gosto de sentir sem entender. Gosto de poesia e nunca pensei que gostasse tanto. 

 

Uma pergunta, porque raio o blogs.sapo.pt não reconhece a palavra "poetisa"? 

 

Escolhi um dos meus poemas preferidos com alguma dor no coração. É de uma poetisa que pretendo explorar mais este ano. 

 

Adília Lopes (p. 155)

"Não gosto tanto

de livro

como Mallarmé

parece que gostava

eu não sou um livro

e quando me dizem 

gosto muito dos seus livros

gostava de poder dizer

como o poeta Cesariny

olha

eu gostava

é que tu gostasses de mim

os livros não são feitos

de carne e osso

e quando tenho

vontade de chorar

abrir um livro

preciso de um abraço

mas graças a Deus

o mundo não é um livro

e o acaso não existe

no entanto gosto muito

de livros

 

 

Mais poesia virá por aqui. Estou com o projeto Ler Poesia em andamento juntamente com a Alexandra. Já mostrei a próxima poetisa a integrar este projeto ainda este mês no Instastories (@ClaudiaOSimoes). Para quem não sabe, o Instastories faz parte da aplicação Instagram e é só carregar na foto do perfil da pessoa em questão para assistir. 

33 COISAS PARA FAZER AOS 33

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Acabei de completar 33 anos (no dia 6 de Janeiro). Tive direito a mimos e surpresas. Passei o fim de semana junto das minhas pessoas preferidas. Claro que pensei muito na vida, nas diferenças do ano passado. Tantas. Não sinto nenhuma espécie de ressentimento, estou grata. Mas a vida não é perfeita. Não sou profissionalmente realizada, apesar de estar a tratar do assunto. Adorava estar cheia de planos profissionais a esta hora do campeonato e sonhos realizados. Uma grande mulher de sucesso, mas não é o caso. Os meus sonhos realizam-se aos poucos, devagarinho. Acabei por colocar outras coisas à frente.  Acabei por adiar, deixar passar a vida ao lado durante alguns anos. O lado bom disto tudo é que tenho uma família e isso ninguém me pode tirar. Tenho conforto, saúde, estabilidade e um grande amor do meu lado. A ideia não é ter tudo, claro. É ter o suficiente. O suficiente eu tenho e sinto-me grata por isso. Não sou mal agradecida. Só almejo trabalhar de forma consistente na área que mais amo. Não peço mais. Mais trabalho do bom. 

 

Estou muito diferente do ano passado. Não faço fretes, digo "não" e já não revelo tudo a sete ventos. Sou mais espectadora. Mais reservada (ainda podia ser mais). Os meus gostos, os meus objetivos são totalmente diferentes do ano passado. O clique deu-se ao longo do ano passado. As amizades também são cada vez menos, no entanto relaciono-me com mais pessoas. A minha vontade de aprender é cada vez maior. A nível profissional as coisas também estão a mudar. Alguns sonhos estão a compor-se. Até o meu blog mudou. Tenho a mesma sede de vida, a mesma garra e estou pronta para os desafios da vida. Só precisava de moderar certas coisas. Parar de confiar em toda a gente.  Revelar demasiado. Não chamar amiga a quem só quer conhecimentos. Amor, paz e sossego. Menos ruindade. 

 

Esta é a minha lista de 33 coisas que pretendo fazer com 33 anos. 

 

- Andar de patins

- Viajar  

- Presentear um desconhecido

- Escrever uma carta

- Plantar uma árvore

- Criar uma mini horta

- Aprender uma receita angolana

- Aprender um novo penteado

- Pintar o cabelo num tom ousado (tinta temporária)

- Comprar o stilleto nude perfeito

- Fazer piquenique na praia

- Ir ao Rock in Rio

- Ir a um museu

- Ir a um bailado

- Ir a um evento literário

- I a um evento geek

- Ir a um evento regional

- Ir a um SPA

- Provar um alimento novo

- Fantasiar-me

- Ir à Feira da Ladra

- Ir a um encontro de bloggers

- Ler um livro em inglês

- Dançar com amigos

- Fazer um workshop giro

- Comprar uma mini saia

- Arranjar o computador

- Aprender novas técnicas do photoshop 

- Comprar um bom creme anti rugas

 - Dar uma festa

- Fazer um investimento financeiro

- Criar um novo hábito

- Apostar no casino

 

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A PALAVRA QUE EU ESCOLHI PARA 2018

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Como aconteceu o ano passado resolvi escolher uma palavra que suportasse todos os meus objetivos. Em 2017 queria focar-me nas minhas poupanças e resolvi colocar as minhas energias nisso. A palavra escolhida o ano passado foi “Poupança”. Correu tão bem!

 

Este ano vou mudar o meu foco para o lado profissional. Quero mais. Quero trabalhar afincadamente para isso. Portanto, chegou a hora de colocar a meta bem à frente dos olhos. Acho importante seguirmos o nosso caminho e ouvirmos a nossa voz. Com a verdade podemos destacar o que temos de melhor e transformar os nossos dias.

 

Podemos alcançar os nossos objetivos com muita força de vontade e brio. É nisso que me agarro quando trabalho e estudo diariamente para produzir algo nesse sentido. Dedicação e esforço, porque ninguém vai a lado sem deixar a preguiça de lado. Nisso eu sou excelente, não sou de todo preguiçosa. Sou batalhadora e persigo os meus sonhos. Mas tenho perfeitamente a noção que posso melhorar. Para isso preciso de dar novos passos, foi nesse sentido que escolhi a palavra no próximo ano.

 

ARRISCAR será a palavra que irá acompanhar-me em 2018. Arriscar nos meus projetos, ideias. Dizer mais “SIM” (depois das limpezas deste ano está na hora de começar a aceitar o melhor) a eventos, viagens, desafios, pessoas. Deixar a timidez de lado e avançar sem medos. Arriscar nos meus desejos profissionais e ambição. Encher o peito de ar e partir à aventura. Prefiro tentar do que olhar para trás e ver que fiz pouco. Parar com os complexos, pegar em tudo o que este ano me deu de bom e voar. Preciso de largar aquilo que me segura e insiste em ir contra a minha ambição. Mas cuidado, sempre com os pés assentes na terra. Não fosse eu uma pessoa ponderada (talvez demais, daí o ARRISCAR mais).

 

Como é que cheguei a esta palavra? Numa folha em branco coloquei as palavras chave dos meus planos gerais. Das palavras chave juntei tudo e tentei descobrir o que precisava de fazer para concluir com sucesso cada um. E voilá, ARRISCAR  tornou-se numa prioridade.

 

Estou preparada para 2018. Cheia de força de vontade. Ano novo, vida nova. Venha ele!

 

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RITUAL DE ORGANIZAÇÃO PARA O NOVO ANO | DICAS

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Janeiro é o mês do recomeço. É importante o equilibro emocional para começar o ano com o pé direito. Gosto bastante de concluir várias tarefas antes do ano encerrar. Entregar aquele livro emprestado, resolver um assunto bancário, limpar uma divisão da casa desprezada, não deixar a roupa por passar a ferro. Esse género de coisas, estão a entender?

 

Partilho uma lista do que podemos fazer para começar o ano de forma mais organizada e simplificada. São coisas simples que podem mudar o teu ano ou a forma como olhas para ele.

 

- Limpar o e-mail

Abrir a caixa de email e ver mais de dez e-mails por ler, sobretudo publicidade, incomoda-me.  Apagar ou guardar nas devidas pastas conforme o assunto deixa-me mais leve. Antes do ano terminar costumo limpar tudo. Também acabo por cancelar várias subscrições ou publicidade. Ao longo do ano é mais simples organizar o trabalho com uma caixa de e-mail limpa e organizada.

 

- Limpeza nas redes sociais

Esta é uma tarefa anual e necessária para a minha paz mental. Para além de ter apagado o Facebook do telemóvel (devido à falta de espaço, perda de tempo e gosto pessoal) fiz a limpeza a todas as redes sociais. Anulei a subscrição de alguns canais literários ( todos os que não assistia há mais de seis meses). Deixei de seguir algumas contas do instagram (fotos feias, perfis com roupa de marcas mais do mesmo).

No Twitter fiz o mesmo com contas desinteressantes, pouco ou nada atualizadas. Também bloqueei pessoas que insistiam em mandar-me indiretas, não subestimem a inteligência dos outros). Pessoas que embirram se lês muito, se contas páginas, se lês deitada ou não fazes um estudo personalizado sobre cada livro. Deixei uma conta ou outra porque o mundo não é perfeito, temos de ter pessoas com opiniões diferentes das nossas no mesmo circulo para colocar tudo em perspetiva.

 

- Organizar fotos

Apaguei a maioria das fotos do telemóvel. Guardei somente as mais especiais. Fiz o mesmo no portátil. As miniaturas usadas ao longo do ano e as fotos de livros foram eliminadas do meu portátil. O telemóvel ficou com mais espaço e leve. Não sei porque insisto em guardar tanto printsreen. Vocês também são assim? Agora tenho uma pasta onde tenciono guardar as fotos usadas nos meus vídeos ao longo do ano.

 

- Organizar a secretária

Final do ano também é hora para fazer a limpeza aos papéis. Felizmente não tinha muita coisa para deitar fora, mas consegui organizar a secretária e deixar tudo pronto para o próximo ano letivo. Canetas sem tinta, marcadores, extratos do multibanco foram todos para o lixo. Maravilha.

 

 

- Mala e carteira

Esta é a tarefa mais simples e rápida. Despejar tudo o que está dentro da mala e da carteira e mandar para o lixo o que não faz falta. Também tinha praticamente tudo organizado dento delas, mas há sempre alguma coisa a mais.

 

- Limpeza no frigorifico

Hora de deitar os alimentos estragados, fora da validade. Queremos um frigorifico pronto para encher de comida saudável, não é verdade? Eu adoro a primeira ida ao supermercado. Tento trazer novos produtos para experimentar e estou normalmente cheia de vontade de cozinhar novos pratos.

 

 

Espero que esta lista tenha sido útil. Normalmente são estas tarefas que guardo para os últimos ou primeiros dias do ano. E por aí? Costumam ter algum ritual de organização no final do ano?

 

 

NOVIDADE | NÃO LEIAS ESTE LIVRO | DONALD ROOS

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Obviamente que sou do contra e vou ler este livro. A sinopse promete, também adoro a temática e aprendi a dizer não em 2017. Está disponível dia dez deste mês! Uma novidade maravilhosa do Clube do Autor.  Estou mesmo ansiosa. 

 

SINOPSE

Um livro sobre a assertividade e a importância de saber dizer não. É melhor fazer menos coisas e fazê-las bem.

As pessoas criativas têm constantemente ideias: boas, más, estranhas, por vezes brilhantes. No entanto, nem mesmo as melhores ideias se traduzem sempre em ações. Porquê? Na maioria das vezes, por pura falta de tempo.

É preciso disponibilidade para executar uma ideia e fazê-lo bem. Por vezes, é uma questão de fazer as escolhas certas e definir bem as prioridades. Este livro ajuda a perceber a melhor forma de planear as suas tarefas, seja no trabalho ou na sua vida pessoal.

A ideia é criar uma lista de tarefas-a-não-fazer: quando aprendemos a dizer «não» com regularidade, somos mais eficazes e produtivos.

 

leitora beta * divulgação * literatura *

contacta-me para mais informações contactoclaudiaoliveira@gmail.com
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