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SER FELIZ TODOS OS DIAS | CATARINA BEATO (COM ENTREVISTA)

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Ser Feliz Todos os Dias é um livro para pessoas imperfeitas. Ou seja, para todos os que não buscam a perfeição e são felizes com o que a vida oferece. Dos cinco livros editados li Dias de Princesa e agora o mais recente título editado pela Matéria Prima.

 

A simplicidade e a doçura nas palavras continuam presentes na narrativa. É desta forma que a blogger Catarina Beato conversa com o leitor. Sim, parece uma conversa entre amigas.  Fala na morte do pai, no momento em que recebeu a notícia mais cruel e como isso acabou por ser o primeiro passo para a transformação.

 

Este livro pode ser transformador. Um empurrão, uma forma suave de te mostrar que é possível combater os fantasmas e ter força para os obstáculos. A vida resolve-se sozinha. Mas atenção, não tens de ficar de mãos nos bolsos à espera. É uma forma de aligeirar a pressa, a preocupação e a ansiedade pelo futuro.

 

Numa edição primorosa (a Matéria Prima é especialista, são edições maravilhosas atrás umas das outras), com exercícios simples e inspiradores, acabamos por pensar em nós e na vida que levamos, nos nossos. Três questões no final do dia, e quem segue o seu blog saberá com certeza quais são. Lembro-me do tremendo sucesso da pergunta diária: o melhor do meu dia? Ainda hoje faço esse exercício. 

 

Ser grato e fomentar uma mente positiva fazem parte dos requisitos para ter uma vida feliz todos os dias. Concordo fortemente com ela. Se ainda não sentiste a força da energia positiva, talvez te falte uma forma de comunicar com a energia do mundo. Opinião de quem esteve muito tempo a ver o lado negativo de tudo e transformou esse olhar. Nem sempre é fácil, mas vamos acreditar que é possivel dar a volta a tudo.

 

Catarina também fala nas certezas que acabaram por ser desconstruídas e deram lugar a outras certezas. Quantas vezes isso não acontece? A vida vem mostrar que não temos certezas nenhumas e que precisamos de estar prontos para aceitar e receber.

 

Confesso que já utilizo várias dos conselhos dados neste livro. Aprendi com os meus erros, com alguns exemplos de vida, com a literatura, com o que me rodeia. A vida é uma constante aprendizagem. Entendo cada vez mais a força da gratidão. A coragem de enfrentar os meus defeitos e não levar tão a sério os fracassos. Afinal somos todos imperfeitos, temos de aprender a aceitar o que somos sem medos. 

 

Um pequeno almoço saudável, um café quente e este livro são ingredientes suficientes para começar o dia feliz. Vão por mim. Recomendo.

 

 

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Os blogues estão a morrer ou cada vez mais pessoas leem blogues? Com as redes sociais faz sentido continuar a escrever blogues? Quais os conselhos que a Catarina Beato dá a quem pretende escrever um livro? Segue a entrevista que eu fiz à autora com as respostas a estas questões. Espero que gostem, é uma forma de dar a conhecer um bocadinho das suas inspirações, motivações e trabalho.

 

Entrevista

 

- A Catarina mantém o blog dias de uma princesa há tanto tempo. Onde vai buscar inspiração para escrever?

O meu blog é um diário. Há dias mais literários que outros mas todos são inspiradores. Tenho uma ligação afectiva muito forte com o blog porque guarda 13 anos da minha vida.

 

- Ter um blog continua a fazer sentido com a explosão das redes sociais? Quais são as suas motivações?

Viveria muito bem sem as redes sociais, mas não me imagino sem o blog. As redes sociais são um fenómeno que aproveito - e de que gosto bastante - mas que não influenciam o blog. É verdade que as redes trouxeram novas pessoas, outras formas de comunicar, mais imagem, mais proximidade. As motivações que me levam a manter o blog são as mesmas que me levaram a cria-lo: quero ser lida. 

 

- As pessoas ainda visitam e gostam de blogues? O que os leitores do seu blog procuram quando leem o blog da Catarina Beato?

Eu falo por mim enquanto leitora: adora blogs. E falo pelos números: cada vez tenho mais pessoas a ler o blog. Quero acreditar que grande parte é porque gosta do que lê. As pessoas procuram autenticidade, procuram as experiências de outra mãe e mulher, de alguém que casou tarde, que foi mãe solteira, que tem três filhos, que perdeu um pai, que esteve desempregada. As pessoas procuram a normalidade dos meus dias que faz com que também se sintam normais. 

 

- Este livro é muito delicado. Está muito bonito e tem dicas muito úteis, sente-se a voz da Catarina em cada letra. Como nasceu a ideia para o livro Ser Feliz Todos os Dias? Como sente o impacto das suas palavras nos leitores? 

Este livro é um projecto muito apoiado pela minha editora - a Matéria Prima. Foram fundamentais. Eu sei escrever um diário e relatar as minhas vivências, mas são eles que sabem fazer livros. Organizar aquilo que queremos dizer dá muito trabalho.

Tenho a sorte de receber feedback diário daquilo que escrevo, por mensagens, por e-mails, por identificação em fotografias do livro ou frases que fizeram com que, quem me lê, se lembrasse de mim. É muito bom. E dá sentido ao meu trabalho.

 

- Já pensou escrever um romance? Que dicas dá a alguém que gostava de escrever e publicar o seu livro?

Eu já pensei muitas vezes. Um dia destes. Preciso de maturidade para um romance. 

Não tenho muitas dicas possíveis porque tenho consciência como é difícil. O blog tem 13 anos. É muito tempo. Tudo demorou tempo. Por isso posso apenas dizer que não desistam.

 

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LER POESIA | FLORBELA ESPANCA

 Tem sido para mim um desafio escrever ou falar sobre poesia. Quis explorar essa vertente e sair da minha zona de conforto. E tem sido surpresas atrás de surpresa. Ler poesia tem acrescentado na minha vida. Partilhar estas experiências também. Obrigada pelo vosso feedback, obrigada a quem está a deixar entrar a poesia na sua vida. Juntas tudo é duplamente melhor. 

 

Neste vídeo falo de como foi ler Florbela Espanca e um bocadinho do que descobri sobre ela. A poesia dela fala por si. Espero que gostem, obrigada a quem deixou feedback e me incentiva a trazer mais poesia no canal. Todos os meses cá estarei a falar de mais um poeta português. 

 

Mais sobre este projeto aqui

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LER UM LIVRO DURANTE O ANO E SER FELIZ

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Não li o primeiro grande sucesso de Rolf Dobelli, A Arte de Pensar, mas depois de ler A Arte da Boa Vida fiquei tentada. A Arte da Boa Vida foi lançado (9) pela Temas & Debates numa edição com ilustrações do artista El Bocho.

 

Quem é Rolf Dobelli? Nasceu na Suíça, foi diretor executivo de diversas empresas e fundou a maior produtora a nível mundial de obras relacionadas com economia. É fundador e administrador de WORD.MINDS, uma comunidade de personalidades mundialmente conhecidas dos domínios da ciência, cultura e da economia.

 

Este livro nasceu para facilitar a vida dos leitores. O autor acredita que existem modelos que nos podem ajudar a ver o mundo de uma forma mais leve e fácil de compreender. Através de 52 lições para alcançar a felicidade somos levados a questionar a nossa forma de levar a vida e refletir sobre as certezas que determinam as nossas decisões e comportamentos.

 

Não sofro de nenhum género de preconceito relacionado à literatura. Gosto de ler de tudo um pouco, gosto de explorar várias vertentes e sou interessada em tudo o que está ligado à psicologia. Rolf escreveu este livro com base em estudos de psicologia (todos devidamente citados no final do livro), isso foi o motivo principal de interesse para lê-lo. 

 

Este livro acompanhou-me ao longo de duas semanas em janeiro. Li devagar para processar a informação e refletir sobre as distintas lições. Aliás, a proposta é ler ao longo de um ano, uma lição por semana. Algumas são totalmente descabidas, como ficar feliz por perder uma carteira ou receber uma multa. Ter dinheiro para as possíveis multas não me parece de todo uma forma de viver. Entendo que a mensagem é procurar ver o lado positivo de todos os obstáculos, mas acho mais fácil evitar as multas (coisa que o autor não sugere). Mas depois dos primeiros capítulos, a energia muda e acabei por identificar-me bastante com o que o autor transmite. Não é possível encontrar a felicidade apenas com um modelo. Ele transmite claramente essa mensagem e dá 52 caminhos.  

 

Procuro levar a vida de forma leve, mas confesso que sofro bastante com o futuro e a segurança que todo o capricorniano necessita. Um dos capítulos fala exatamente sobre isso, não pensar no futuro porque é algo que pode mudar a cada instante. Estar constantemente preocupado não vai mudar nada. E cansa muito. Acho que consegui processar esta ideia e mudei certos comportamentos.

 

Outra ideia muito interessante é aliviar a mente através da escrita. Ou seja, criar o livro das preocupações foi completamente influência deste livro. Estão a ver o poder dele? Acredito que transformará realmente alguns comportamentos enraizados na minha postura em relação à vida.

 

Espero voltar a ele mais vezes, falar sobre ele entre amigos e questionar-me cada vez mais. Acho engraçado porque quanto mais estudo ou/e questiono, menos sei e encontro mais perguntas dentro de mim.

 

Não vos posso revelar todas as 52 sugestões de caminhos, mas posso garantir que é um livro interessante, cheios de exemplos de sucesso e inspiração. Recomendo muito. Descubram o vosso propósito e relaxem. A vida é mais leve do que aparenta. 

 

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(até ao final do dia de hoje estou a sortear juntamente com a editora um exemplar deste livro no facebook)

O MELHOR PRESENTE PARA O DIA DOS NAMORADOS

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O amor está no ar no mês de fevereiro com a aproximação do dia dos namorados. Nada melhor do que ler sobre este grande sentimento que move o mundo. Para não deixar passar em branco o dia dos namorados, a Suma de Letras lançou uma coletânea de 59 poemas numa edição linda de morrer. Não dá para ficar indiferente. Um excelente presente para a cara metade. Ou simplesmente um presente para si leitor que quer ler sobre o amor e acredita na sua força como sentimento transformador e inspirador. Amor em 59 poemas. 

 

Fiquei muito contente por reconhecer alguns nomes da literatura portuguesa, brasileira e não só. Através de uma pequena biografia ao lado do poema temos a possibilidade de conhecer um pouco sobre o poeta ou poetisa. Acho interessante a diversidade contida. Desde Fernando Pessoa, Dante, Baudelaire,...

 

Este livro de poemas sobre o amor prova que é possível escrever sobre o amor das mais diversas formas e intensidades. Dependendo da experiência de cada um o amor pode ter a forma que quiser. Alguns são sofridos, amargurados enquanto que outros trazem luz e esperança. Poemas belíssimos encheram os meus dias de palavras eternizadas pelo tempo. Poetas e poetisas que pretendo descobrir ao longo da vida.

 

Os meus preferidos são os poemas enigmáticos e curtos. Poemas concisos que deixam marcas. Abruptos, como uma porta fechada após uma discussão. Sinceros, sofridos, doces e alegres. O amor está em todo o lado. O amor é forma de expressão universal mais incrível de todas.

 

No inicio do ano tive a oportunidade de ler outra coletânea, tornou-se uma necessidade diária e uma relação (quase) íntima entre mim e a poesia. Ainda em desenvolvimento com tendência para estreitar-se. Estou a adorar a experiência, recomendo vivamente a quem tem curiosidade e sente (como eu sentia) que não entende a poesia. O meu chamado para a poesia aconteceu o ano passado com os poemas da Rupi Kaur (podem ver aqui) , desde daí o bichinho ficou e veio intensificar-se com a poesia do Helberto Hélder. Um dia falo melhor sobre isso.

 

Gostei bastante de ler este livro e ter a oportunidade de conhecer mais poetas e poetisas. Fica o convite para verem o vídeo onde vos dou uma ideia para o presente do dia dos namorados e vos mostro com mais detalhe este livro lindo da Suma das Letras.  

 

 

PARAR COM PREOCUPAÇÕES INSIGNIFICANTES

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Quantas vezes perdemos o nosso tempo com preocupações irrelevantes? Quantas vezes vamos para a cama remoer assuntos que nos afectam mais do que deviam? Coisas pouco importantes ou assuntos que não dependem de nós para serem resolvidos. Comentários maldosos, situações nas redes sociais ou até mesmo no emprego ou na escola. Quantas vezes damos cabo da cabeça com isso? Às vezes, dormir resolve, no dia seguinte a preocupação perdeu peso e nós somos confrontados com coisas muito mais importantes.

 

Quando estava a ler o fantástico livro "A Arte da Boa Vida", de Rolf Dobelli, num dos 52 passos para ter uma boa vida o autor recomenda a criação de um caderno para escrevermos as nossas preocupações. Foi desta forma que nasceu esta ideia e quis partilhar convosco, o Livro das Preocupações. Passo a explicar tudo, mas se tiveres dúvidas deixa nos comentários. 

 

O Livro das Preocupações

Gostava de vos sugerir a criação de um Livro das Preocupações. Podem usar o que quiserem. Um caderno velho, o vosso Bullet Journal ou um bloco que tenham em casa. Eu sou usar o meu Bullet Journal ,prefiro guardar uma parte dele para este exercício. Também podem comprar um caderno bonito só para este desafio. Cada um gere à sua maneira.

 

Para que serve este caderno?

É onde vamos registar as nossas preocupações. Tudo, seja o que for. Mesmo que pareça completamente absurdo. Vamos passar para o papel tudo o que nos passa pela cabeça e incomoda a nossa mente. Pode ser em texto corrido, em listas, em frases curtas ou longas. Interessa é escrever, fechar o caderno e parar de pensar no assunto. Será que conseguimos? Aposto que quando voltarmos àquele dia vamos rir das nossas preocupações. Talvez até seja mais fácil filtrar o que realmente nos pode incomodar. Talvez ajude, em vez de enchermos a cabeça com mais e mais frustrações. Precisamos de ter espaço para a criatividade e para nos focar no que realmente é importante. O Livro das Preocupações pode ajudar. Só testando, não é verdade? 

 

Desafio

Vamos fazer o nosso Livro das Preocupações este mês e ver como corre? O desafio é este: tirar um bocadinho do nosso dia para escrever as nossas preocupações num caderno. Tu decides quando achas que precisas passar o papel aquilo que mais te preocupa. Eu acho que vou escrever depois de sair do emprego porque acumulo mais stress nessa altura. Seja com clientes, colegas de trabalho ou até mesmo conflitos a nível familiar. Ainda não decidi, mas acho que vou descobrir brevemente. 

 

E depois?

Depois vamos ver se vale a pena e se queremos manter este livro ao longo do ano. Contam-me como correu a vossa experiência e eu conto como correu comigo no final do mês, pode ser? Estou a pensar partilhar um bocadinho ao longo da semana nos stories do Instagram (@ClaudiaOSimoes) e no Twitter (@ClaudiaOSimoes).  

*

Estou super entusiasmada com esta ideia. A técnica é usada por alguns profissionais de psicologia com diversos resultados. Escrever é uma terapia, não é verdade? Ajudou-me imenso no passado, foi a minha grande companheira. Estou com saudades de escrever à séria com papel e caneta. Aliás, é algo que pretendo fazer este mês. Este livro vai despertar o bichinho da escrita que está adormecido e ainda ajudar-me a focar no que realmente preciso. 

 

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A DISTOPIA QUE ASSUSTA * A HISTÓRIA DE UMA SERVA | MARGARET ATWOOD

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Já tinha lido outro romance da Margaret Atwood e sentido alguma dificuldade em conectar-me à história apesar da escrita irrepreensível. Depois de tanto hype à volta de “A História de Uma Serva” devido à série adaptada no ano passado, decidi que precisava de assistir, mas antes queria ler o romance. Sou dessas. Tu também?

 

Com o passar dos anos a epidemia da infertilidade atinge várias mulheres, essas perdem os seus direitos e são governadas por um regime extremista e religioso. A Defred foi arrancada da sua vida para ser uma serva. Ou seja, foi colocada na casa de outra família para ser violada por um homem de forma a engravidar e dar à luz uma criança para ceder o seu filho a uma família infértil. Macabro? Situações violantes são descritas neste livro do inicio ao fim. É vergonhoso como esta história é o retrato de várias situações atuais, mesmo num governo democrático. 

 

Na distopia “A História de Uma Serva” somos colocados de imediato no meio do enredo sem grandes explicações. Os acontecimentos são revelados através do olhar da protagonista que de uma forma fragmentada e ambígua vai revelando a sua condição atual. 

 

Há uma cena em que uma mulher está sentada a contar ao grupo de mulheres que foi violada por um homem quando tinha 14 anos. A dado momento a mulher responsável pela formação das mulheres lavagem cerebral, a Tia Helena, questiona o grupo de quem é a culpa. Todas são obrigadas a responder: “ela ela ela ela!”. Onde é que já vimos isto? Exato.

 

Sucessivas cenas fortíssimas com grande carga dramática. No entanto, senti uma enorme dificuldade em prosseguir a leitura devido à ausência de conexão com a história e relacionar-me com a dor da personagem. Já vos aconteceu? Alguns momentos impressionaram-me e estive sempre a torcer para um final feliz. Mas acho que no geral o livro não foi marcante como podia ter sido. 

 

Entretanto, comecei a ver a série. Posso cometer a leviandade de afirmar que a série cria facilidade na hora de imaginar o que acontece no livro se for assistida primeiro? Se tivesse sido ao contrário teria tido outro impacto, a minha vida estaria mil vezes facilitada na hora de criar pontos de referências na construção do enredo. Vejam a série, é uma excelente adaptação e merece todo o sucesso. 

 

O livro "A História de Uma Serva" de Margaret Atwood dá uma discussão interessante devido aos vários os temas nele contido. Desde machismo, repressão, preconceito, liberdade de expressão, violência, aborto, violação, entre outros. Um livro indispensável, apesar da minha experiência de leitura pouco intensa, vale a pena pelas questões levantadas e por mexer nas feridas da sociedade sem dó nem piedade. Agora que estou a ver a série fiquei com vontade de o reler. 

 

Acho interessante as referencias ao passado dentro de uma distopia. Quando se fala na falta de força das histórias e lutas pelo qual o mundo passou. É realmente assim, com o passar dos anos muitas história perdem-se e acabam por parecer mitos urbanos. E os erros voltam a ser cometidos dando origem a mais lutas e cenas de destruição. 

 

Quanto ao final, ficou muito em aberto e senti que muita coisa ficou por explicar. Também sentiram o mesmo?

 

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