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18 DICAS PARA ESCREVER UM LIVRO

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Dicas e conselhos nunca são suficientes se provocarem boas energias e incentivo. Sendo assim, tragodezoito dicas para quem quer ser escritor e está disposto a trabalhar para isso. Espero que sejam úteis e te inspirem para começar.

 

Estes conselhos foram retirados do livro Escrever: memórias de um ofício, de Stephen King. O livro foi editado pela Temas& Debates em 2001, encontra-se esgotado neste momento. Vamos torcer para ser reeditado.

 

Stephen King é um escritor americano, conhecido pelos seus livros de horror fantástico e ficção. Já vendeu quase 400 milhões de cópias e foi publicado em mais de 40 países. Várias obras foram adaptadas ao cinema. Tem mais de 40 obras editadas.

 

Adorei este livro, fiquei super entusiasmada para partilhar convosco. Precisei de resumir e escolher, dentro das dezenas, apenas dezoito dicas. Tem muito mais e recomendo imenso este livro para quem pretende escrever um livro. Ou para quem gosta de livros sobre o tema. É um dos melhores dentro do género. Espero que consigam encontrar numa biblioteca ou num alfarrabista. Vale muito a pena.

 

 

 

Vamos à lista. 18 dicas para escrever um livro. 

 

- As ideias para as melhores histórias aparecem do nada. O teu trabalho não é encontrar ideias, é reconhecer quando elas aparecem.

 

- Escreve com a porta fechada, reescreve com a porta aberta. Em outras palavras, escreve como se fosse só teu e para ti, mas não te esqueças que depois o texto pertence a quem vai ler ou criticar. Tens de estar preparado.

 

- Escrever é um trabalho solitário. Ter alguém que acredita em ti faz toda a diferença. Não precisam de fazer discursos motivacionais. Basta acreditar.

 

- Parar uma história só porque ela é emocional ou criativamente difícil é uma péssima ideia. Precisas de ser persistente, mesmo quando não sentes vontade. Às vezes estás a fazer um bom trabalho mesmo quando parece estares sentado a não fazer rigorosamente nada de jeito.

 

- Podes encarar o ato de escrever com nervosismo, animação, esperança ou até desespero — aquele sentimento de que nunca será possível pôr na página tudo o que está no teu coração e na tua mente. Encara a escrita como quiseres, menos levianamente. Repito: não encares a página em branco de maneira leviana.

 

- Uma das piores coisas que se pode fazer é tentar enfeitar o vocabulário ou usar palavras longas porque tens vergonha de usar as curtas de sempre.

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- Quanto mais ficção lês e escreves, mais rápido verás os teus parágrafos formarem-se. Quando estás a escrever um texto é melhor não pensares demais no inicio e no fim dos parágrafos. O truque é deixar a natureza seguir seu curso. Se depois não gostares, é só corrigires. Ou seja, reescrever.

 

- O objetivo da ficção é fazer com que o leitor se esqueça, sempre que possível, que está a ler uma história.

 

- O peso e o número de páginas, por si só, não indicam excelência. Muitas histórias épicas são uma porcaria da mesma forma que livros curtos nem sempre são bons.

 

- A boa escrita consiste em dominar os fundamentos (vocabulário, gramática, elementos de estilo) e depois colocar os instrumentos certos. Embora seja impossível transformar um escritor mau em um escritor competente, e embora seja igualmente impossível transformar um escritor bom em um incrível, é sim possível, com muito trabalho, dedicação e conselhos oportunos, transformar um escritor meramente competente em um bom escritor.

 

- É importante ler para experimentar a mediocridade; essa experiência ajuda a reconhecer esse tipo de coisa quando ela começa a infiltrar-se no teu trabalho. Também é preciso ler para te comprares aos bons e aos grandes, para ter uma noção de tudo o que pode ser feito. E também deves ler para ter contato com diferentes estilos.

 

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- Escreve até os dedos sangrarem ou os olhos quase caírem das órbitas. Não importa se ninguém está a ver ou a assistir.  Todo esforço é digno de aplausos, porque tu, como criador, estás feliz.

 

- Precisas de ler quatro a seis horas por dia, todos os dias — não vai parecer exaustivo se realmente gostares de fazer e tiveres aptidão para as duas coisas.

 

- Quando começares a trabalhar num projeto não pares, não diminuas o ritmo a menos que seja absolutamente necessário.

 

- Quando entrares no teu espaço de escrita e fechares a porta, já deves ter estabelecido uma meta diária.  Como acontece com os exercícios físicos, é melhor estabeleceres uma meta baixa, de início, para não ficares sem motivação. São recomendadas mil palavras por dia e uma folga por semana, pelo menos no início.

 

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- Não esperes pela musa de inspiração, trabalha muito diariamente. A musa aparece durante o trabalho e nunca antes.

 

- Não descrevas demasiado a aparência das personagens, deixa que seja o leitor a fornecer o rosto, o físico e as roupas. 

 

- Não deixes de acreditar em ti, mesmo quando os outros duvidam.

 

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LER UM LIVRO DURANTE O ANO E SER FELIZ

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Não li o primeiro grande sucesso de Rolf Dobelli, A Arte de Pensar, mas depois de ler A Arte da Boa Vida fiquei tentada. A Arte da Boa Vida foi lançado (9) pela Temas & Debates numa edição com ilustrações do artista El Bocho.

 

Quem é Rolf Dobelli? Nasceu na Suíça, foi diretor executivo de diversas empresas e fundou a maior produtora a nível mundial de obras relacionadas com economia. É fundador e administrador de WORD.MINDS, uma comunidade de personalidades mundialmente conhecidas dos domínios da ciência, cultura e da economia.

 

Este livro nasceu para facilitar a vida dos leitores. O autor acredita que existem modelos que nos podem ajudar a ver o mundo de uma forma mais leve e fácil de compreender. Através de 52 lições para alcançar a felicidade somos levados a questionar a nossa forma de levar a vida e refletir sobre as certezas que determinam as nossas decisões e comportamentos.

 

Não sofro de nenhum género de preconceito relacionado à literatura. Gosto de ler de tudo um pouco, gosto de explorar várias vertentes e sou interessada em tudo o que está ligado à psicologia. Rolf escreveu este livro com base em estudos de psicologia (todos devidamente citados no final do livro), isso foi o motivo principal de interesse para lê-lo. 

 

Este livro acompanhou-me ao longo de duas semanas em janeiro. Li devagar para processar a informação e refletir sobre as distintas lições. Aliás, a proposta é ler ao longo de um ano, uma lição por semana. Algumas são totalmente descabidas, como ficar feliz por perder uma carteira ou receber uma multa. Ter dinheiro para as possíveis multas não me parece de todo uma forma de viver. Entendo que a mensagem é procurar ver o lado positivo de todos os obstáculos, mas acho mais fácil evitar as multas (coisa que o autor não sugere). Mas depois dos primeiros capítulos, a energia muda e acabei por identificar-me bastante com o que o autor transmite. Não é possível encontrar a felicidade apenas com um modelo. Ele transmite claramente essa mensagem e dá 52 caminhos.  

 

Procuro levar a vida de forma leve, mas confesso que sofro bastante com o futuro e a segurança que todo o capricorniano necessita. Um dos capítulos fala exatamente sobre isso, não pensar no futuro porque é algo que pode mudar a cada instante. Estar constantemente preocupado não vai mudar nada. E cansa muito. Acho que consegui processar esta ideia e mudei certos comportamentos.

 

Outra ideia muito interessante é aliviar a mente através da escrita. Ou seja, criar o livro das preocupações foi completamente influência deste livro. Estão a ver o poder dele? Acredito que transformará realmente alguns comportamentos enraizados na minha postura em relação à vida.

 

Espero voltar a ele mais vezes, falar sobre ele entre amigos e questionar-me cada vez mais. Acho engraçado porque quanto mais estudo ou/e questiono, menos sei e encontro mais perguntas dentro de mim.

 

Não vos posso revelar todas as 52 sugestões de caminhos, mas posso garantir que é um livro interessante, cheios de exemplos de sucesso e inspiração. Recomendo muito. Descubram o vosso propósito e relaxem. A vida é mais leve do que aparenta. 

 

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(até ao final do dia de hoje estou a sortear juntamente com a editora um exemplar deste livro no facebook)

leitora beta * divulgação * literatura *

contacta-me para mais informações contactoclaudiaoliveira@gmail.com

ESTREIA 21 DE JUNHO

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