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TAG | MARÇO FEMININO

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Deixei para o final do mês porque tinha a certeza que teria novas sugestões após as leituras dedicadas ao Março Feminino. Não gosto de me repetir, talvez por isso evite responder a TAGs, mas esta é diferente. É criativa, tem conteúdo, para além disso foi criada pela Sandra, do Say Hello To My Books. Adoro.

 

Tentei escolher livros pouco falados por aqui, tentei não repetir algumas respostas dadas por mim e por outras bloggers, mas foi difícil (não é Alexandra? algumas respostas dela, podiam ser as minhas, é a blogger com quem mais me identifico a nível dos gostos literários).

 

Que todos os anos se celebre o Março Feminino, que sejam lidas muitas mulheres e partilhadas várias sugestões! 

 

1. Aqueles dias do mês - Um livro que os homens nunca vão perceber.

 

“Um Quarto Só Para Si”, Virgínia Woolf

Acredito que todos os leitores conseguem entender a mensagem deste livro. Este livro ou qualquer outro. Aliás, preferia que alguns homens lessem este livro para descortinar algumas questões ligadas à luta pela desigualdade de género. Um quarto só para si é um grito sufocado, em nome de todas as mulheres, pela sociedade que insistia em colocar as mulheres num papel ingrato e os homens num lugar dominante. Para escrever, as mulheres precisavam de um quarto só para si, e romper com diversos preconceitos. Este livro é o primeiro passo, dado pela Virgínia Woolf, em colocar os pontos nos is sobre as necessidades criativas das mulheres, e transmitir uma mensagem que as mulheres para além de entenderem, sentem.

 

2. Filha da mãe da depilação - Um livro que te arrepia só de pensar.

 

“Vozes de Chernobyl”, Svetlana Alexievich

Estava indecisa. Vários livros contam episódios da história mundial com foco no sofrimento, maus tratos ou violência. Tantas opções podiam estar nesta resposta. Decidi escolher um livro que aborda o desastre nuclear em Cherbonyl, por ser pouco comentado. Milhares de mortes, idosos que tiveram de abandonar os seus lares, grávidas que deram à luz crianças deformadas tal o impacto das radiações da explosão. Foi o primeiro livro que li da autora e me levou às lágrimas.

 

3. Aquele batom vermelho que dá um up a qualquer look - Um livro que te pôs bem-disposta/o num dia cinzento 

 

“Mulheres”, Carol Rossetti

É um trabalho magnifico por parte da Carol Rossetti. Um livro que vou oferecer à minha filha, às minhas irmãs e amigas. Um livro que traz todo um espírito descomplicado. Podemos amar o nosso corpo como é, podemos amar quem quisermos e ser como e o que quisermos. Li o livro durante o projeto mais fantástico deste mês, Março Feminino (que por acaso é da autora desta TAG).

 

Extra

“Não Sou Esse Tipo de Miúda”, Lena Dunham

Este livro foi escrito pela criadora, produtora e protagonista da série Girls. Numa abordagem muito divertida, este livro traz reflexões de quem está a crescer e encontra o fantástico mundo dos adultos. Sem filtro, num mundo particular e feminino, este livro não sendo uma grande obra está muito perto de uma conversa com a melhor amiga. Dá aquele ânimo em dias mais chatos.

 

 4. Cérebro Feminino - Um livro que parecia confuso, mas acabou por fazer muito sentido.

 

“Beloved”, Toni Morrison

A escrita intrincada e os temas abordados não permitiram uma leitura fluida. Nada me preparou para este livro. Precisei abrandar o ritmo, ficar em silêncio absoluto para absorver a sua escrita e a mensagem. Livro cruel sobre o racismo escrito de uma forma muito visceral. Numa realidade completamente diferente da minha, este livro foi confuso e pediu muita dedicação. No entanto, valeu totalmente o esforço. Leiam. Preciso de ler o outro livro da autora que tenho na estante.

 

 

5. "Mulheres não percebem de futebol, nem gostam de cerveja" - Um livro que vomita clichés. 

 

“Um Final Feliz”, Annie Darling

Uma mulher com um sonho, recuperar uma livraria em falência. Um homem que se acha o mais bonito e simpático. Não é, é só arrogante. Uma paixão entre os dois. Personagens estereotipados, situações muito comuns de uma comédia romântica. O título diz tudo. Leve, para dias de praia. Salvou-se, no meio dos clichés, a dedicação e o amor da protagonista pelos livros.

 

6. Mini-saia - Um livro curto, mas bom. 

Karen”, Ana Teresa Pereira

 Conheci a escrita da autora o ano passado e fiquei muito curiosa com este título. Recomendo para um primeiro contacto com os livros da escritora. Tem os elementos necessários para uma história muito cativante. Uma mulher com perda de memória após um acidente, acorda numa casa desconhecida. Um suposto namorado que está ansioso pelo aniversário dela devido a uma herança. Uma empregada muito suspeita. Uma cascata como pano de fundo do acidente. Como termina esta história? Será que ela perdeu mesmo a memória? Leiam. Vale a pena. Sobretudo se gostam da história do clássico “Rebecca”, Daphne du Maurier.

 

7. Bolsa de Mulher - Um livro com muita coisa dentro, que te provocou várias emoções. 

 

Tetralogia, de Elena Ferrante (todos os seus livros)

A série está quase a chegar, a historia é incrível e provoca várias emoções devido à complexidade das personagens. São muito reais, dentro dos defeitos, escolhas e emoções. A história de Lila e Lena é talvez a minha preferida no mundo inteiro. Aquela em que penso várias vezes. Aquela que gosto de recomendar a toda a gente, com um pedacinho de inveja porque vão começar e eu já terminei. Ferrante escreveu sobre mim, sem saber. Muito grata. Até fico com um brilho nos olhos de me lembrar e vontade de reler.

 

8. Mrs. Always Right - Como as mulheres têm sempre razão, escolhe um livro que aconselhas a toda a gente.

 

Rebecca, Daphne Du Maurier

Este livro foi tão impactante para mim que fico em pulgas para saber a opinião dos outros quando o começam a ler. É um clássico, não é enfadonho e tem descrições belíssimas assim como uma história que prende do inicio ao fim. Não deu para largar sem chegar ao fim. Não dá para ficar indiferente à qualidade de escrita desta mulher.

 

9. Mas porque é que tenho que gostar de cor-de-rosa? - Um livro que toda a gente gosta, menos tu!

 

“A Rapariga no Comboio”, Paula Hawkins

Foi difícil de encontrar um livro muito apreciado que me tenha desiludido, mas assim que bati os olhos neste livro dei como encerrada a resposta. Este livro ainda é usado como referência para os thrillers publicados depois. Ganhou adaptação cinematográfica. Um livro campeão de vendas. No entanto, achei pouco surpreendente. Adivinhei o assassino nos primeiros capítulos e não o acho merecedor de tanta popularidade.

 

10. Sutiã nosso de cada dia - Um livro que te incomodou ou um livro que foi um alívio chegar ao fim.

 

A Casa com Alpendre de Vidro Cego, Herbjorg Wassmo

Um romance do ponto de vista de uma criança abusada sexualmente de um tio. É o assunto mais difícil, contado de forma muito sensível e intensa. Tenho pena que a continuação não tenha saído como estava prometido. É por essas e por outras que não gosto de começar uma série sem os outros livros publicados. Esta autora nasceu na Noruega, é pouco conhecida por cá, mas já tem vários títulos publicados. Adorava ler mais livros dela.

 

 

11. Ir à manicure - Toda uma curiosidade sobre um livro que anda na boca do povo, mas ainda não leste. 

 

Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes 2, Elena Favilli

Preciso de ler este livro! A edição é maravilhosa, a mensagem é poderosa. Tem tudo para me agradar. Já repararam que anda por aí uma vaga de livros dedicados a mulheres. E ainda bem. Podem vir mais.

 

12. Fitas e lacinhos - O livro mais girly que já leste.

 

"O Meu Livro de Estilo", Gabriela Pinheiro

O livro é escrito de uma forma muito divertida, num tom muito próximo de uma conversa entre duas amigas. Cheio de imagens lindas e conselhos muito úteis na hora de transformar o nosso estilo ou guarda-roupa. A Gabriela Pinheiro defende que "não deves usar tudo só porque é moda". Deve existir uma selecção da nossa parte e amigos sinceros por perto. 

 

 13. Girl Power - Uma autora que é uma mulher do caraças. Explica porquê. 

 

Emma Reyes

Esta mulher passou por várias dificuldades. Pego nelas, embrulhou-as em veludo e fez da sua história uma história de sucesso. Pintora colombiana, marcada por uma vida intensa e sem apoio familiar. Há algo mais inspirador do que histórias de empoderamento? Quando li o seu livro de memórias fiquei a admirar o seu trajeto e força. 

 

14. Mulheres nos livros - Indica três livros com personagens femininas fortes.

 

A minha vontade era responder a esta TAG com títulos escritos por mulheres, mas foi aniquilada com esta questão. Vou escolher todos os livros de George RR Martin. Para mim, mulheres fortes na literatura estão o mais perto da realidade possível. Têm qualidades e defeitos. Agem por impulso ou de acordo com os seus princípios. Fogem ao conveniente, rompem com preconceitos e lutam pelos seus interesses. Posto isto, temos um leme absolutamente genial criado pelo autor mais demorado de sempre. Sansa, Arya, Dany, Cersei, é apenas uma amostra. São sete livros em português.

 

15. Mulheres nos filmes - Indica três filmes com personagens femininas fortes. 

 

Mustang

Se me pedirem uma única recomendação é este que vou indicar. Por ser o meu preferido de sempre (este e mais uma mão cheia). Por ser poderoso e representar a realidade de muitas mulheres por este mundo fora. Motivos para veres este filme? A temática, beleza, representação, fotografia, tudo. Adorei todas as meninas, sobretudo a mais nova. Pequena heroína. Linda, fofa. Não quero contar nada sobre o filme, perde a piada toda.

 

Black Panther

Minha nossa, as mulheres deste filme são o melhor deste filme. Filme carismático com questões importantes e mensagens fulcrais numa sociedade machista e racista. Não via um filme de super-heróis tão bom desde o último do Batman. Sério! Obrigatório!

 

Hidden Figures

As mulheres podem ser cientistas, podem fazer calculas mega difíceis. Podem pertencer a um grupo de trabalho liderado por homens e fazerem a diferença. Este filme é necessário.  Fico mesmo contente que exista. Ri e chorei muito. Não podem perder.

 

Extra

As Serviçais

Outro filme preferido da vida. Nunca li o livro, mas o filme é espetacular. Uma história sobre o racismo, com momentos de humor. Mulheres corajosas, curiosas, com princípios vincados e movimentos transformadores. Um retrato americano da década de 60 que vale cada segundo.

 

 

 

Veja Mais Mulheres | Money Monster | Jodie Foster

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Jodie Foster é a realizadora este filme. Um filme que cumpre o seu objectivo sem superar as expectativas. George Clooney e a Julia Roberts carregam este filme às costas até ao fim. Por acaso acho que o George Clooney não esteve extraordinário no filme. Como se não acreditasse no enredo, não sei. O filme foca num tema actual e necessário, para onde vai o dinheiro quando os investimentos correm mal? Podia passar-se em Portugal. Um maluco qualquer ir tirar satisfações com uma arma e uma bomba. Gostei do filme, mas não adorei. Não é memorável. 5*

Veja Mais Mulheres | Tallulah | Sian Heder

 

Tallulah é um filme de 2006 e está disponivel na Netflix.

 

Este filme mexeu tanto mas tanto comigo. Alguém dizia que a literatura é sentir, o mesmo serve para os filmes. A arte é para sentir. Este filme entrou dentro de mim e sacudiu tudo. Este falou comigo e disse-me: estás a ver? não estamos sozinhas. Este "sozinhas" é uma referencia às mulheres. Este filme é sóbre nós. Sobre maternidade, solidão, amor, família. Sobre a vida. Tem diálogos fantásticos. Reparem no que é dito.Fiquei completamente fascinada. Chorei, chorei muito porque me reconheci um bocadinho em cada uma. Chorei porque queria reconhecer-me em uma delas. Recomendo imenso, para todos. Uns vão sentir, outros não vão entender como um filme destes foi tão marcante para mim. 9*

 

Sian Heder nasceu em Cambridge e escreveu a série tão conhecida Orange is The New Black. Pelo o que percebi ela escreve sobre mulheres. Quero ver tudo o que ela já fez. 

Veja Mais Mulheres | Summerchild | Iris Olsson

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Iris Olsson é finlandesa, realizou este documentário em 2007. O documentário chama-se Summerchild (8.1IMDb). 

 

A história é tocante e necessária. Mostra um casal que apadrinha alguma crianças de orfanatos e recebe uma menina em casa durante as férias de verão. Eles têm nacionalidades diferentes. Ás vezes a comunicação entre eles é difícil mas acabam sempre por entender a mensagem. Por exemplo, numa visita ao supermercado a menina aponta para o leite de soja. Eles pensam que ela é alérgica, mas ela estava só a pedir para comprarem leite. Acabaram por chegar a essa conclusão devido a alguns pormenores. Eu achei este documentário de uma sensibilidade enorme. É bonito ver a amizade que esta menina tem com a filha do casal, assim como a bondade do casal em relação às crianças. 

 

Infelizmente é dificil de encontrar este documentário, mas se tiverem oportunidade assistam. 

Veja Mais Mulheres| Thea Sharrock | Me Before You

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 Típico filme de história de amor. 

 

Foi bom ver a Emilia Clarke noutro registo, mas achei algumas cenas forçadas. Gostei da química entre os dois actores e de alguns diálogos. No entanto, é tudo previsível. O guarda-roupa também é muito divertida. O filme fez-me pensar na sorte da alta sociedade quando são confrontados com acidentes ou doenças graves. As condições em que vivem apesar de condicionadas são certamente superiores. São tratadas pelos melhores médicos e têm a possibilidade de terem uma equipa só para eles. Foi o caso do protagonista deste filme. Teve a sorte de conhecer uma mulher ingénua e pouco interesseira. O momento de maior emoção foi rápido e pouco intenso. Nem uma lágrima nestes olhos. 

 

Filme da realizadora Thea Sharrock

Veja Mais Mulheres | The Beginning of Life | Estela Renner

 

 

Encontram este documentário na Netflix (8.4 IMdb). Gostaria que toda a gente visse este documentário e realmente mudasse alguma coisa dentro de cada si. Este documentário despedaçou o meu coração, emocionou-me, deixou-me devastada. 

 

A certa altura perguntam a uma menina órfã de mãe, a viver em condições precárias com mais dois irmãos: "Qual é o teu sonho?". Ao qual ela responde: "Não tenho sonhos". Quão triste pode ser uma menina não ter sonhos? Pode alguém viver sem sonhos?

 

Este documentário transmite uma mensagem importante para a sociedade: a humanidade é responsável por todas as crianças. Tem ideias interessantes e que precisam de ser debatidas e postas em prática. Vocês precisam de ver este documentário para entenderem como as crianças são importantes na estrutura do mundo. 

 

É uma homenagem à mãe, a pessoa mais importante para a criança desde o primeiro minuto. Também mostra o papel importante do pai que tantas vezes é diminuído pela sociedade. O desenvolvimento da criança depende de tudo o que a rodeia: uma criança tem mãe, pai, avó, vizinhos, um país, uma nacionalidade. 

 

Este documentário da directora Estela Renner é incrivel. Ela é brasileira e tem 47 anos. Uma hora e meia que fará toda a diferença. Espero.  

Veja Mais Mulheres | A Teacher | Hannah Fidell

 

 

A Teacher (4.8IMdb) é um filme da directora Hannah Fidell. Conta a história da relação proibida de uma professora com um aluno. 

 

Eu gostei do filme apesar de ser lento e ter algumas falhas. O final deixa muito a desejar. Senti falta de alguns dialogos e achei algumas cenas desnecessárias. 

 

Acho que a actriz principal deu uma carga emocional forte ao filme. A professora começa a ficar obcessiva, o sofrimento e o medo de ser descoberta está bem retratado. Acho que o tema podia ter sido mais explorado e o filme podia ter tido um resultado muito superior. Pessoalmente adoro ver filmes com esta temática, mas conheço poucos. 

 

Aqui a sugestão de um filme polémico.

Veja Mais Mulheres | Bridegroom | Linda Bloodworth-Thomason

 

Não tenho conseguido ver os filmes todas as semanas como era suposto para o desafio Veja Mais Mulheres, mas na semana passada vi um documentário bastante interessante chamado Bridegroom, da realizadora Linda Bloodworth-Thomason. O documentário conta a história de um casal homossexual com um final muito trágico.

 

 

Depois de assumirem para eles mesmos a sexualidade, tiveram que lutar contra o preconceito das pessoas da aldeia onde viviam e da família. É interessante ver como descobriram a homossexualidade. Ambos viviam numa aldeia pequena e preconceituosa.

 

Vivim juntos há seis anos até que um elemento casal cai de uma altura de quatro andares e morre. A família dele, sobretudo a mãe, vai tomar uma atitude surpreendente e preconceituosa. Proíbe o companheiro do filho de ir ao funeral. Mas já no hospital ele é afastado pela equipa médica porque não o consideram da família.

 

Uma história de amor entre duas pessoas do mesmo sexo em pleno século XXI onde preconceito é uma realidade. 

 

Está disponível na Netflix. 

 

Cinema em Casa

Directora: Linda Bloodworth-Thomason

Ano: 2013

Duração: 1 hora e 20 minutos

Género: Documentário 

Veja Mais Mulheres | My Beautiful Broken Brain | Sophie Robinson e Lotge Sodderland

 Ouvi falar neste documentário através da Tatianne Dantas. Tem sido uma excelente e agradável troca de sugestões cinematográfica para o projecto Veja Mais Mulheres. Obrigada! O documentário My Beautiful Broken Brain (7.2 IMDb) está disponível na Netflix para quem estiver interessado. 

 

Lotge Sodderland sofre um derrame hemorrágico com 34 anos e sobrevive. No entanto, a visão e a audição sofrem danos. Assim como  o seu conhecimento em relação as palavras. Ela tem de volta a aprender a ler e a escrever.

 

Este documentário coloca vários questionamentos interessantes e profundos. É aquele documentário que mexe com as emoções. Perturba. E nos deixa eternamente agradecidos por nunca termos passado por uma situação do género. 

 

O documentário é dirigido pela própria Lotge  Sodderland e pela Sophie Robinson.

 

Aqui fica uma sugestão sobre um site dedicado à mulher no cinema. Mulher no Cinema (clica para veres!). Não faltam sugestões interessantes.

 

Cinema em Casa

Directora: Sophie Robinson e Lotge Sodderland

Ano: 2014

Duração: 1 hora e 26 minutos

Género: Documentário 

Veja Mais Mulheres | Cinco Dias Sem Nora | Mariana Chenillo

 

"O que se passa na cabeça de cada pessoa é um mistério.", responde o rabino quando o questionam "você também acredita que os suicidas não merecem ser enterrados no cemitério?".

 

Nora, a ex-mulher do José, suicida-se, mas antes, deixa tudo programado para o seu velório. Desde comida congelada com várias etiquetas, ao gato entregue aos cuidados do vizinho. José recebe a visita do Rabino Jacowitz que o avisa que caso ela não seja enterrada naquela altura, terá de esperar mais quatro dias por causa da celebração da Páscoa Judaica. Vários problemas vão surgir para o velório acontecer. 

 

Gostei do filme pela abordagem subtil em relação à morte, religião e família. Tem até momentos com algum humor. As minhas cenas preferidas são protagonizadas pelas netas da Nora. Achei interessante ver como as crianças lidam com a morte de forma tão ingénua e leve ao contrário do peso que os adultos colocam nos momentos tristes da vida. 

 

Vi este Cinco Dias Sem Nora (7.2 IMDb) da directora Mariana Chenillo por recomendação da Michelle do blog Resumo da Ópera. Podem ver o seu texto sobre o filme AQUI.

 

Cinema em Casa

Directora: Mariana Chenillo

Ano: 2008

Duração: 1 hora e 32 minutos

Género: Drama, Comédia

País: México

leitora beta * divulgação * literatura *

contacta-me para mais informações contactoclaudiaoliveira@gmail.com
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