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amulherqueamalivros

Um pouco de cinema com "Blue Jasmine"

 

Gosto dos filmes do Woody Allen, por fugirem um bocado ao tradicional mas serem fieis à forma como ele os trata. Felizmente este filme não tem a loira Scarlet, mas tem a loira Cate Blanchett. Uma excelente actriz, maravilhosa nesta interpretação de mais uma mulher neurótica ao estilo Woody.

 

Este filme é nada mais, nada menos, que uma critica à sociedade fútil, que vive de aparências. Jasmine era uma mulher bastante rica, bem casada, até ao dia em que descobre que o seu marido a trai constantemente. Acaba a viver com a sua irmã, que anteriormente era motivo de vergonha, à procura de emprego e a necessitar de regressar aos estudos. A critica torna-se profunda quando percebemos que Woody também quer falar nas escolhas que fazemos e mudam as nossas vidas. Por exemplo, Jasmine deixou de estudar para casar com um homem rico. Mais tarde, precisou de regressar aos estudos. Engraçado, como todos nós precisamos uns dos outros, mesmo quando pensamos que somos inabaláveis e nunca vamos precisar dos outros. Mentira, precisamos. Mais cedo ou mais tarde.

 

Não achei o filme nada de especial. Vale a pena pela interpretação de Cate Blanchett, mas digamos que Woody também criou uma personagem maravilhosa e um verdadeiro desafio para qualquer actriz. Não perdi o meu tempo, mas também não ganhei muito em ver este filme.

TAG - Lista de 10 Livros (ficção e não ficção) que me marcaram

O Bruno escolheu-me para fazer a lista dos dez livros que me marcaram. Sem pensar muito. Não precisam de ser grandes obras, simplesmente que tenham sido importantes de alguma forma. Antes de mais gostava de vos convidar a fazerem a vossa lista. Cá vai.

 

1. História Interminável de Michael Ende. Foi o livro que me fez descobrir o amor pelos livros. Para além de aumentar a minha imaginação e fazer-me ficar acordada várias horas. Acho o livro um clássico maravilhoso.

 

2. Intermitências da Morte de Saramago. Este livro ficou logo ali entre o primeiro e o segundo lugar dos meus preferidos de sempre quando terminei a leitura. Chorei, amei o final. Fiquei cheia vontade de abraçar o Saramago pela genialidade.

 

3. Jane Eyre de Charlotte Brontë. Personagem feminina forte e história intensa. Acho que é impossível não gostarem da história. Um clássico perfeito!

 

4. Meu Pé de Laranja Lima de José Mauro de Vasconcelos. Zézé é um menino de uma grande e pobre família. Marcou-me pela simplicidade deste personagem. Uma bela história, contada de uma forma simples e bonita.

 

5. Servidão Humana de Somerset Maugham. É o meu livro preferido de sempre. Philip Carey é um rapaz coxo rejeitado pela sociedade. O autor escreve tão bem mas tão bem. Adoro e tenho muita vontade de reler este livro. Infelizmente, é pouco indicado por outros leitores.

 

6. Bíblia. Li a Bíblia numa altura em que não tinha o meu próprio dinheiro para comprar livros. E gostei.

 

7. Lua de Joana de Maria Teresa Maia Gonzalez. É um livro para adolescentes. Marcou-me porque li quando era nova e o tema é bastante pesado.

 

8. Filhos da Droga Christiane F. Este livro enojou-me.

 

9. Irmãos Karamazov de Dostoievski. Tinha de ler este livro em 2013 em resposta à TAG - 12 Livros para 2013. Não consegui. A edição que eu tenho é enorme e cheia a mofo.

 

10. Catcher In The Rye de Salinger. Tocou-me. Emocionou-me. E fez-me pensar muito.

Leya, o que andas a fazer às editoras?

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O jornal Público responde na edição de hoje. Um tema interessante para os amantes de livros. Ainda não tive oportunidade de ler o artigo, quando sair do emprego vou afundar-me num cadeirão qualquer, com uma caneca de chá de limão e mel, com o jornal na mão. A frase "A Leya está a matar a identidade das editoras" atrai os leitores mais atentos, deixa uma pulga atrás da orelha. O que andará a Leya a fazer?

O Mundo: 12 Livros, 12 Receitas - AUSTRÁLIA

Ontem, dei um jantar conforme propus no desafio literário O Mundo - 12 Livros, 12 Receitas. Fiz um vídeo onde esclareci tudo. O post em questão. O autor escolhido foi Markus Zusak com o livro A Rapariga que Roubava Livros. Markus Zusak é australiano, desta forma a receita teria de ser algo relacionado com a Austrália. Andei em pesquisas sobre a Austrália e descobri que é muito mais do que cangurus e uma bandeira azul e vermelha.

 

Tive o cuidado de fazer um jantar e convidar uma amiga para brincar de critica gastronómica durante este ano. Preparei tudo com alguma antecipação. Procurei várias receitas e preparei um jantar completo. Também enfeitei as mesas, vestimos-nos a rigor e fomos atiradas para a Austrália sem sair de casa. A música ambiente estava em sintonia com a comida. Só artistas australianos a cantar para nós. Muito divertido. A câmara de filmar não faltou. O vídeo estará no canal Youtube esta noite. Ansiosa por ver as vossas reacções. O meu namorado também entrou na brincadeira, não fosse ele o meu grande apoio nesta viagem pelo Youtube. E claro, adora os meus cozinhados.

 

 

Diverti-me, foi uma bela experiência. Aprendi também. É sempre bom aprender algo. Cozinhar é uma tarefa gratificante, partilhar momentos com pessoas especiais também. Acho que comida, livros e amigos ligam-se muito bem. Como os sabores que usei na sobremesa de ontem, um sabor que junto soma muitos pontos.

 

Deixo algumas fotos. Estão mais na página do facebook A Mulher que Ama Livros. Ou então, esperem pelo vídeo, sempre podem ver em movimento.

 

Mesa posta, com indicadores de mesa e cardápio.
Entrada. Tiras de peixe frito com molhos.

 

Prato principal. Meat Pie.
Vestidas a rigor.
Escritor/livro escolhido.
O momento mais esperado da noite. Pavolova, a sobremesa. Suspiro,natas, frutos silvestres.  Uma espectáculo.
A minha mesa estava linda, não estava?
De chorar por mais.
São servidos?
Menu
Entrada
Tiras de Peixe Frito. Comprei feito, existe no supermercado.
Nota 8
Prato Principal
Meat Pie. Massa folhada com carne picada. Comprei a messa folhada. Cozinhei a carne picada com bacon, queijo, molho de tomate e chouriço.
Nota 8
Sobremesa
Pavlova. Fiz a massa do suspiro, foi ao forno durante uma hora. Mais tarde bati as natas, coloquei por cima. Para decorar usei frutos silvestres. Podem usar as frutas que quiserem.
Nota 10
Servi limonada fresca. O jantar deu para três pessoas que ficaram satisfeitas no final.

Como ler cinquenta livros num ano

Como ler cinquenta livros num ano

- Diminui o tempo que gastas a ver televisão.

- Estabelece um limite de páginas por dia. 50 páginas por dia.

- Lê livros pequenos, com 200 páginas no máximo.

- Escolhe o género que mais gostas. Tens imenso por onde escolher.

- Compra livros novos. Um livro novo motiva mais que um livro velho e cheio e pó.

- Cria uma conta no Goodreads. Podes avaliar e ter acesso ao ritmo de leitura. Motiva imenso ver o que os outros andam a ler.

- Vê alguns canais literários no Youtube. A paixão das vbloggers contagia.

- Se tiveres um tablet ou ipad instala a aplicação Kobo. Nada é tão viciante.

- Anota as tuas leituras num caderno.

- Lê sempre que tens um tempinho livre, em filas de espera ou transportes.

São dicas de acordo com a minha experiência. Espero que estas dicas sejam valiosas para quem quer ler mais este ano.

TAG - Leitura Digital

*1. Que suporte utlizas para ler os teus ebooks? Um ereader, um tablet ou o pc?* Antes lia no portátil. Agora leio no Kobo Gio. Adoro.

*2. Quantos ebooks já leste desde que te iniciaste na nova “moda digital”?* Li imensos. Não faço ideia.

*3. Qual é a língua predominante dos teus ebooks?* Português do Brasil. Português de Portugal.Não consigo ler em inglês.

*4. Compras-os ou aproveitas promoções e livros gratuitos?* Compro mas a maioria são livro gratuitos.

*5. Aproveitas para ler clássicos ou novos autores?* De tudo um pouco. Ando a ler Bukowski.

*6.Tens ebooks de livros físicos para que os possas ler em qualquer local sem ter de levar o livro atrás?* Eu gosto de ter o livro físico. Mas normalmente, só tenho os clássicos nas duas versões.

*7. Quantos ebooks tens?* Mais de cinco mil. São gigas e gigas.

*8. Qual é o teu maior fornecedor de ebooks?* Sites da internet e um grupo privado no Facebook.

*9. Aderiste por completo à Leitura Digital ou ainda vives na Idade do Livro Físico?* Por completo não, mas não vivo sem o meu Kobo. Continuo a preferir gastar o meu dinheiro em livros físicos.

Esta TAG foi criada pela Patrícia do blog Chaise Longue<http://girlinchaiselongue.blogspot.pt/> .

leitora beta * divulgação * literatura *

contacta-me para mais informações contactoclaudiaoliveira@gmail.com

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