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Sex | 13.02.15

A Mulher de Trinta Anos de Honoré de Balzac | Impressões às primeiras páginas vinte páginas

Cláudia Oliveira

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*A Mulher de Trinta Anos *de Honoré de Balzac começa assim:

Uma bela mulher chega à cidade de braço dado ao seu velho pai. A vontade de ver o Imperador ultrapassa o que a rodeia. Às pressas, chega ao local abarrotado de pessoas. Mas consegue entrar. Chega o Imperador no seu cavalo. A multidão grita, o momento é de grande emoção e entusiasmado. Júlia avista Vítor por quem fica vidrada. O pai tenta movê-la do local, pois está cansado. Ela rejeita a ideia. Júlia pede ao pai para se calar. Pai percebe que a sua filha está apaixonada e faz um discurso sobre a ilusão da mulher apaixonada. Um discurso maravilhoso. Como parar de ler este livro?

“Minha pobre Júlia, és ainda muito jovem, muito frágil, delicada demais para suportar os desgostos e as dificuldades do casamento. D’Aiglemont foi mimado por seus pais, assim como o foste por tua mãe e por mim. Como esperar que vocês possam se entender, ambos com vontades diferentes e cujas tiranias serão inconciliáveis?"

 

Os apaixonados não escutam ninguém. Facto.