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Musical Infantil “O Corcunda de Notre Dame”

No sábado passado fomos outra vez ao teatro. Desta vez ver a peça “Corcunda de Notre Dame” no auditório Carlos Parede, em Benfica. A peça estreou no passado dia 5 de Outubro e estará em cena até dia 29 de dezembro. É a primeira peça do grupo Caixa de Cena, conta com dez actores em cena e banda sonora original.

 

Nunca lá tinha ido. Fiquei surpreendida pela positiva. Apesar de pequeno, é um lugar simpático e muito acolhedor. Com óptimas condições para receber as famílias. Adorei! Estive com o brilho no olho durante a peça inteira. E um sorriso estampado. Que saudades tinha eu de ver uma peça de teatro para pequenos e graúdos. Com humor e emoção. Actores com talento. Destaco os meus preferidos, Hugo Rendas, Ivo Melo e Marcos Marques. Sem esquecer as engraçadas gárgulas Sophia Monteiro, Maria Ana Mendes e Joana Mendes.

 

A história é contada com um excelente ritmo, nunca perdendo a magia e a atenção dos mais pequenos. Não existem momentos aborrecidos. As cores do guarda roupa enriquecem e contrastam com o restante cenário. As danças bem coreografadas e as cenas de mais dramáticas, despedidas de cor, cumprem o seu objectivo.

 

É uma história sobre as diferenças sociais, salientando a importância da amizade. Excelente proposta para ver este Natal, junto dos familiares. Não percam!

 

 

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Peça Infantil “Afinal…o Gato?”

Hoje fomos ao teatro na Biblioteca Fábrica das Palavras, em Vila Franca de Xira. O espectáculo chamado “Afinal…o Gato?” é uma produção da companhia de teatro “A Andante”, cujo o objetivo é a promoção da leitura, a sedução de leitores.

Esta peça permite um primeiro contacto com a poesia de Fernando Pessoa durante trinta minutos para crianças a partir dos seis meses até aos cinco anos. A música é de Joaquim Coelho e imagem de Mafalda Milhões. Podem escutar a banda sonora aqui.

 

Uma encenação simples e cativante, a peça desenrola-se através de uma experiência que une a música e algum mistério. Onde está o gato? A interpretação da atriz Cristina Paiva é cativante e aproxima-se do mundo imaginário das crianças. Existe uma leve interacção entre o público mais novo, nunca sendo enfadonho.

 

Os meus filhos gostaram muito. Em casa, enquanto escutávamos a música da peça teatral o mais velho conseguiu imitar alguns gestos e ainda se lembravam de algumas frases. É deveras interessante a aproximação sublime da poesia de um autor de peso como Fernando Pessoa no mundo simples das crianças.

 

Se puderem assistir, façam-no. A actividade na Biblioteca foi gratuita. Iniciativas destas são maravilhosas e permitem experiências entre famílias fora da rotina habitual.

Gato que brincas na rua

Gato que brincas na rua

Como se fosse na cama,

Invejo a sorte que é tua

Porque nem sorte se chama.

Bom servo das leis fatais

Que regem pedras e gentes,

Que tens instintos gerais

E sentes só o que sentes.

És feliz porque és assim,

Todo o nada que és é teu.

Eu vejo-me e estou sem mim,

Conheço-me e não sou eu.

 

 

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