Publicado em Deixe um comentário

Do livro Antes do Baile Verde, de Lygia Fagundes Telles

 “— Acabou-se, não, Eduardo? Acabou-se. Nem água, nem flores, nem gente. Acabou tudo. Ele encarou a mulher que rodava a bolinha de miolo de pão num ritmo mais acelerado. — Não acabou, Alice, transformou-se apenas, passou de um estado para outro, o que é menos trágico. As coisas não acabam. — Não?”

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.