“— Acabou-se, não, Eduardo? Acabou-se. Nem água, nem flores, nem gente. Acabou tudo. Ele encarou a mulher que rodava a bolinha de miolo de pão num ritmo mais acelerado. — Não acabou, Alice, transformou-se apenas, passou de um estado para outro, o que é menos trágico. As coisas não acabam. — Não?”