“O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry

 

 

 

Tenho quase 29 anos, li pela primeira vez “O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry. Acredito que o livro dispensa apresentações. É um pequeno grande livro.

 

 

Gostaste do livro?

 

 

Sim, gostei. Mesmo com as expectativas altas, este livro conseguiu surpreender-me imenso. Porém, ao terminar a leitura fiquei com a sensação que não é um livro para crianças. Pelo contrário. Esta história está repleta de metáforas e conselhos sobre diversos temas, no geral sobre a vida. Este livro é intemporal, pode ser lido em qualquer altura da nossa vida. Com uma releitura, é possível retirar mensagens que passaram ao lado num primeiro contacto. É um livro que vai agradar a maioria dos leitores, pela beleza das palavras.

 

 

Porque demoraste tanto tempo para ler este clássico?

 

 

Apanhei uma pequena desilusão com Alice no País das Maravilhas, achava que este Principezinho seria uma espécie de Alice, por isso fui adiando a leitura. Felizmente decidi aventurar-me.

 

 

Mas afinal o que tem este livro de especial?

 

 

É tocante. É uma pequena crítica aos adultos que deixaram de ver a vida com o olhar ingénuo e belo de uma criança. Fez-me reflectir sobre a minha forma de estar no mundo. No final da leitura, senti vontade de uma releitura. Todos temos um principezinho dentro de nós, por vezes, adormecido. Como que a voz da consciência a pedir para não deixarmos morrer o nosso lado poético sobre a vida.

 

 

Neste caso, recomendas a leitura?

 

 

Sem dúvida!

 

 

 

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2 comentários

  1. Oi Cláudia, tudo bem? 🙂
    Ao longo dos anos, que não foram assim tantos, só tenho 18 hehehe, mas acho que deu para entender… alguns professores meus, seja do infantário ao secundário, já foram lendo algumas partes desse livro, e embora ache maravilhoso, nunca me deu para o ler por inteiro. Mas quero muito! No outro dia estive no Pingo Doce (antigo Feira Nova) e vi um em capa dura por apenas 10€. Estives mesmo, mesmoooo para comprar mas se o fizesse não iria ter dinheiro suficiente para uma prenda de Natal que me faltava comprar e por isso lá ficou. Mas hei-de voltar e trazê-lo.
    Boas,leituras, Jessie*
    http://www.fofocas-literarias.blogspot.pt

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