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amulherqueamalivros

Ter | 28.01.14

Um pouco de cinema com "Clube de Dallas"

Cláudia Oliveira



Ron é o protagonista desta história. Preconceituoso, desprezível, um homem de excessos (drogas e sexo) descobre que tem sida. Ele acha que a doença é "coisa de gay", ao princípio tem dificuldades em aceitar o seu destino. O médico dá-lhe trinta dias de vida. Ele ri-se na cara do médico e continua a sua vida da mesma forma louca (drogas e sexo). Até ao dia em que acorda. Posto isto, decide procurar ajuda e pedir à médica um medicamento específico que tem sido testado em tratamentos de doentes com sida com sucesso, que o próprio acredita que lhe fará bem. Esse medicamento não está à venda nas farmácias, nem é distribuído de forma gratuita. Acompanhamos a luta de Ron ao longo do filme. A sua vontade de querer viver. A luta pelo preconceito.

 

McConaughey está maravilhoso neste papel. Presumo que irá vencer o Oscar como melhor actor. É bastante credível, tem imenso talento. E não sei se o filme não irá vencer o Oscar de Melhor Actor Secundário, Jared Leto está incrivelmente bem. Admito que tive algumas dificuldades em reconhecê-lo.

 

O filme aborda temas interessantes como a guerra entre as a industria farmacêutica e os governantes, o poder e interesses da indústria farmacêutica. Para além disso, a evolução do protagonista é maravilhosa. Uma bela lição de vida.

 

O filme é muito bom. Os actores são muito bons. Mais motivos?

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